Em momentos de crise qual a saída mais econômica?

Com o atual cenário econômico na qual nos encontramos, o empreendedor farmacêutico precisa se ajustar, preocupando-se em não perder o foco em dois pontos: o front-end e o back-end.

O front-end são as pessoas que estão em contato direto com clientes, fornecedores e parceiros comerciais, enquanto back-end são aqueles que estão nos bastidores, fazendo a máquina corporativa funcionar.

Os funcionários destes dois lados é o seu capital humano que está diretamente ligado à eficiência e qualidade de sua marca e muitos gestores, nos momentos de crise, tem o dilema de qual deles entra primeiro na fila de corte de gastos.

Mas será que essa é a saída mais econômica?

A grande dificuldade é lidar com esses dois aspectos sem ter que abrir mão de nenhum desses dois pontos.

Qual o impacto econômico na dupla demissão e recontratação? Os custos – além dos trabalhistas – são calculados na tomada da decisão? Fatores como treinamento dos novos funcionários, o tempo de ajuste à rotina etc também são levados em conta?

Em muitos casos, um simples ajuste na estratégia pode fazer toda a diferença, mas cabe ao empreendedor farmacêutico definir qual rumo tomar.

Dentre os diversos fatores que dificultam (ou até mesmo inviabilizam) a inovação que os levem a alcançar seus objetivos são:

Falta de planejamento: muitos empreendedores se esquecem de incluir uma avaliação crítica de seu empreendimento, como gestão de processos e gestão estratégica.

Fatores econômicos: como está a sua gestão de compras? Sua equipe de vendas estão em sincronia com o departamento de compras e de marketing? Acreditem, tudo isso impacta profundamente no desempenho e na saúde econômica de sua empresa.

Concorrência: sem uma estratégia de mercado, um mapeamento de seus concorrentes e de sua área de atuação também fazem com que seu empreendimento não gere tanto lucro. Uma empresa engessada é uma empresa fadada a ficar em segundo plano, com mercado cada vez mais competitivo e clientes cada vez mais exigentes.

Boa parte desses fatores podem ser evitados através de uma consultoria eficiente: um bom consultor, saberá apontar as falhas que gestores não estão conseguindo enxergar, já que a massacrante rotina e pressão do dia-a-dia os impedem de enxergar a empresa de fora para dentro.

Nem sempre um consultor é caro. Muitas vezes, a falta de planejamento e a falta desse olhar externo podem sair mais caro.

Abrir suas portas para um consultor com expertise, pode trazer modernização e estruturação que sua empresa pode estar precisando, trazendo soluções para os mais diversos desafios que sua empresa pode estar passando.

A GSC Expertise está, desde 2010, abrindo portas, estruturando ou reestruturando organizações com levantamento e análise de dados da atual estrutura organizacional, processos, metodologias, pessoas, controles, identidade do negócio e capacitação, com seriedade, ética, sigilo e, principalmente, expertise farmacêutica!

Oncologista lança livro sobre a relação entre médico e paciente no tratamento de câncer

Nesta semana, o oncologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ricardo Caponero, lançou seu mais novo livro: “A Comunicação Médico-Paciente no Tratamento Oncológico” (MG Editores). Resultado de mais de 30 anos de observação e trabalho na área de oncologia, a obra analisa a importância do diálogo entre os envolvidos no tratamento de um câncer.

“Muitas pessoas ainda tratam essa doença como tabu. Isso porque elas não gostariam de vivenciar e ouvir determinadas coisas. Sendo assim, a conversa entre o doente e o profissional de saúde, que irá oferecer informações claras, precisas e verdadeiras, é vital. Se, no dia a dia, já é difícil estabelecer uma comunicação direta e eficiente, nessas circunstâncias isso se torna uma tarefa ainda mais desafiadora”, analisa o médico.

De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, entre 2015 e 2016, deverão ser registrados aproximadamente 576.358 casos novos de câncer/ano. Acredita-se num total anual de 302.350 casos novos para o sexo masculino e 274.230 para o feminino. Entre os homens, as formas mais incidentes seriam os cânceres de pele não melanoma, próstata, pulmão, colón e reto e estômago; enquanto nas mulheres, os cânceres de pele não melanoma, mama, colo do útero, colón e reto e glândula tireoide.

Unidade de AVC do HC de Botucatu é considerada Centro de Excelência pelo Ministério da Saúde

Serviço foi credenciado como Unidade de Nível III, a mais alta nessa modalidade de assistência especializada.

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), referência na região para atendimentos de alta complexidade, conta, desde 24 de junho de 2014, com uma unidade especializada no atendimento integral de pacientes vítimas de AVC (Acidente Vascular Cerebral). A novidade é que o serviço foi credenciado, no último dia 29 de junho, pelo Ministério da Saúde, como Unidade de AVC tipo III (de cuidados semi-intensivos), o nível mais alto na hierarquia dessa modalidade de assistência. Há apenas outras três no Estado de São Paulo.

O HCFMB é o segundo do interior do Estado de São Paulo a receber esse reconhecimento, depois de passar por um processo de certificação que durou 20 meses. “Estamos muito satisfeitos, pois o Ministério da Saúde reconheceu nossa Unidade de AVC como um Centro de Excelência. Somos, hoje, uma Unidade onde se pratica assistência, ensino e pesquisa”, explica o médico neurologista, Dr. Gabriel Braga, coordenador do Serviço.

Vantagens – Com o credenciamento, a Unidade de AVC, que atende pacientes de 13 municípios da região pertencente ao Polo Cuesta, passa a receber recursos para cobrir as despesas com seus 10 leitos de internação, além de contar com o custeio de um medicamento específico para o tratamento do AVC: o Alteplase. Até então, todo esse financiamento era de responsabilidade do próprio HCFMB. “Agora, com esses novos recursos financeiros, será possível equilibrar as contas”, destaca Braga. “Esse credenciamento faz parte do processo de construção de uma rede de unidades de AVC no Brasil”, completa.

A Unidade de AVC, que conta com o suporte de uma equipe multiprofissional, formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas, atende a aproximadamente 30 pacientes por mês, sendo que cinco deles, em média, passam pelo tratamento específico com o medicamento Alteplase. “Só têm condições de serem submetidos a esse tratamento específico, que reduz em até 30% as chances de sequelas, os pacientes que chegarem até a Unidade dentro de 4 horas e meia após o início dos sintomas do AVC. É o intervalo de tempo que chamamos de janela de trombólise. Trata-se do tempo máximo que temos para aplicar o medicamento intravenoso (pela veia do paciente)”, explica o coordenador da Unidade.

Os pacientes atendidos na Unidade de AVC – 50% deles originários de Botucatu – permanecem internados por 15 dias e seu quadro pode ter três evoluções distintas: encaminhamento para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em caso de piora; transferência para uma enfermaria ou alta hospitalar. Após deixar a Unidade de AVC, o paciente ainda é acompanhado em um ambulatório especializado, no próprio HCFMB, durante seis meses, e depois reencaminhado para a Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua residência. 

Parceria com o SAMU – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Botucatu é um dos grandes aliados da Unidade de AVC do HCFMB e responsável por aumentar significativamente as chances de os pacientes terem uma recuperação adequada. Um estudo realizado entre os anos de 2011 e 2012, com pacientes que foram levados ao Hospital das Clínicas pelo SAMU, constatou que aumentou em cinco vezes as chances de as pessoas vítimas de um AVC receberem o tratamento trombolítico (intravenoso, com o medicamento específico) em comparação com aqueles que foram socorridos por outros meios. “Por isso, recomendamos que, quando houver suspeita de AVC, a pessoa que estiver prestando o socorro acione imediatamente o SAMU pelo telefone 192”, salienta Braga.

Sintomas do AVC – É possível suspeitar que uma pessoa esteja sofrendo um AVC ao observar alguns sinais como: paralisia em apenas um lado do corpo, alteração da sensibilidade de algum membro (sensação de amortecimento repentino), alteração na fala e alteração na visão.

Fatores de risco – O Acidente Vascular Cerebral pode ser causado, principalmente, pela hipertensão (pressão alta), tabagismo, diabetes, arritmia cardíaca (fibrilação atrial) e sedentarismo. O AVC, apesar de ser um risco para pessoas de todas de todas as idades, é mais comum em homens entre 65 e 70 anos.
Sequelas – Aproximadamente 70% dos pacientes vítimas de AVC não conseguem retornar ao trabalho por ter ficado com algum tipo de sequela, que podem variar desde uma leve paralisia facial até a pessoa permanecer em estado vegetativo pelo resto da vida.

DM9DDB faz leitores da Caras tirarem maquiagem de Giovanna Ewbank

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Já imaginou tirar a maquiagem das mulheres que estampam as capas das revistas? Esta possibilidade ganhou vida com a campanha da DM9DDB para a linha de lenço de limpeza facial da Neutrogena Deep Clean. Com a foto de Giovanna Ewbank como protagonista, os leitores da Caras poderão usar os lenços para remover a maquiagem da atriz.

A ação será distribuída para mais de 25 mil assinantes da revista mensal, que vão receber a publicação com uma capa “falsa” com a foto da atriz estampada. A chamada diz “Giovanna Ewbank revela seu segredo para uma pele saudável e bonita”. A publicação terá um pacote de lenços e basta o leitor passar em cima da capa que a maquiagem da atriz é removida.

Vice-presidente de mídia da DM9DDB, Adrian Ferguson explicou que o objetivo é dar ao leitor o poder de protagonizar a campanha. “Afinal, é ele quem manuseia o produto, testa, comprova e avalia o resultado. Estas são características de uma nova forma de se fazer propaganda que só acontece quando todos da agência se unem e trazem o cliente e o veículo para criarem as soluções juntos”.

Brasil será maior mercado de cosméticos masculinos, segundo Euromonitor

Nota publicada no jornal O Estado de S. Paulo destaca que o Brasil deverá superar os Estados Unidos e se tornar o maior mercado de cosméticos masculinos em 2019, segundo estudo da consultoria Euromonitor. O segmento movimentou US$4,7 bilhões no país em 2014, 35% abaixo do registrado no mercado americano.

Segundo a Euromonitor, a compra de produtos masculinos para cuidado pessoal deve crescer cerca de 7,1% ao ano. Esse desempenho deve colocar os brasileiros no topo do ranking de consumidores na categoria. Nos últimos cinco anos, o mercado de produtos de beleza para homens avançou 25% no mundo e dobrou no Brasil – onde os segmentos com maior expansão nas vendas foram os de sabonetes, de produtos capilares e para barbear.

Em sintonia com esse movimento de mercado, a próxima edição do Seminário de Atualização em Cosmetologia terá entre os temas abordados em suas palestras o mercado de cosméticos masculinos. Promovido pela Tecnopress, o seminário acontecerá no dia 20 de agosto, em São Paulo.

A palestra “Men Care: Os Novos Hábitos de Consumo do Homem Moderno” será apresentada por Vanessa Silva, assistente técnica do Departamento de Tecnologia & Inovação da Cosmotec. “O mercado de beleza para o público masculino vem ganhando força após diversas evoluções nos hábitos de consumo. O crescente interesse dos homens pela aparência está criando novas oportunidades e tendências para o segmento”, aponta Vanessa. 

Em maio, endividamento dos brasileiros recua para 46,3%

Dados divulgados pelo Banco Central (BC) revelam que o endividamento dos brasileiros caiu de 46,4% de sua renda acumulada em 12 meses em abril para 46,3% em maio. O comprometimento da renda das famílias continuou em 22,2% de um mês para o outro.

Sem considerar os financiamentos imobiliários, o endividamento diminuiu de 27,6% para 27,5% no período, enquanto o comprometimento da renda subiu de 19,8% para 19,9%. Na avaliação do Banco Central, tanto o comprometimento de renda como o endividamento estão relativamente estáveis.

O volume de crédito renegociado por pessoas físicas tem crescido desde o início do ano. Para economistas do mercado financeiro, esse aumento pode sinalizar uma piora da inadimplência nos próximos meses. De maio para junho, o total de crédito renegociado com recursos livres aumentou 1,3%, para R$ 23,668 bilhões, de acordo com as informações divulgadas pelo BC. 

Dia do Batom

O batom é, seguramente, um dos hábitos mais antigos do universo da ornamentação feminina. É um cosmético usado para dar cor aos lábios. Com ou sem brilho, realça a boca e é disponível em várias cores e marcas, adequando-se a diversos gostos. O nome vem do francês bâton, literalmente “bastão”, embora o cosmético não seja chamado assim em francês, que por lá é conhecido como “Rouge à lèvres” (vermelho para os lábios).

A sua origem remonta ao tempo dos egípcios quando as mulheres tinham o costume de usarem pedras semi-preciosas em torno dos olhos e dos lábios. No entanto, contrariamente ao que é normal referir-se, o uso de corantes para decorar os lábios não foi instituído por Cleopatra. No museu de Berlim, na Alemanha, pode-se ver no busto de Nefertiti, a rainha egípcia esposa do faraó Akhenaton, que os lábios femininos já eram pintados mil anos antes da era de Júlio César.

No mundo antigo eram utilizados produtos naturais para se pintar os lábios. As mulheres gregas usavam uma raiz vermelha chamada “polderos” misturada com cera de mel para dar um aspecto mais saudável e húmido aos lábios. As mulheres das altas classes do Egipto usavam “púrpura de Tyr” que nada mais era que uma tinta, bastante rara, produzida na cidade fenícia de Tiro.

O batom começou a ganhar mais popularidade na Inglaterra através do século XVI, durante o reinado da rainha Elisabeth I. Criou-se então um padrão de moda feminina em que a cara era tornada o mais branca possível, com a ajuda de cremes, e assim contrastava com os lábios bem vermelhos. Por essa altura o batom era confeccionado a partir de cera de abelha e tintas vegetais. Só as mulheres da classe alta e atores masculinos usavam maquiagem.

Em 1770, o Parlamento britânico propôs uma lei onde o casamento devesse ser anulado caso a mulher fizesse uso de cosméticos antes do casamento.

Durante a maior parte do século 19, o uso óbvio de cosméticos não foi considerado aceitável na Grã-Bretanha para mulheres respeitáveis??, e seu uso foi associado a grupos marginalizados, como atrizes e prostitutas. Considerava-se descarado e grosseiro usar maquiagem. Na década de 1850, relatórios foram publicados às mulheres com advertências sobre os perigos do uso de chumbo e vermelhão em cosméticos aplicados na face.

No século 19, o batom era colorido através de corante carmim. O corante carmim era extraído de cochonilha nativas do México e da América Central. A cochonilha é um inseto que produz ácido carmínico para evitar a predação por outros insetos. O ácido carmínico, constitui 17% a 24% do peso de cada inseto seco e o corante pode ser extraído de seu corpo e ovos.

Este batom não vinha em um tubo e a mulheres tinham que aplicar com pincel. O corante carmim era caro e aparecer de batom carmim era considerado pouco natural e teatral, por isso o batom não era para uso diário. Somente atores e atrizes poderiam sair em público com batom. Até 1880, poucas atrizes de palco usavam batom em público. A atriz Sarah Bernhardt, foi uma das pioneiras a usar batom e blush em público. Antes do final do século 19, as mulheres só usavam maquiagem em casa. Bernhardt muitas vezes aplicou corante carmim nos lábios publicamente.

No início da década de 1890, o carmim foi misturado a uma base de cera e óleo. A mistura rendeu uma aparência natural e teve mais aceitação entre as mulheres. Naquela época, o batom não era vendido em tubos metálicos ou plásticos, mas em tubos de papel, papéis coloridos, ou em pequenos frascos.

Em 1912 as mulheres americanas já começaram a considerar batom como aceitável, embora um artigo no New York Times avisava sobre a necessidade de usar com cautela.

Até o final do século 19, Guerlain, uma empresa de cosméticos francesa, começou fabricar batom. O primeiro batom comercial foi inventado em 1884, por perfumistas em Paris. Era coberto de papel de seda e feito a partir de sebo de sebo de veado, óleo de rícino e cera de abelha.

No início do século passado, um perfumista francês de nome Rhocopis, criou o que baptizou de “baton serviteur” (bastão servidor), que consistia simplemente numa massa de talco, óleo de amêndoas, essências de bergamota e limão, de cor vermelha e que era vendido numa embalagem de papel de seda.

Esta invenção conquistou as atrizes e prostitutas do mundo inteiro. Talvez devido a isso, só após a Primeira Guerra Mundial é que as donas de casa perderam o preconceito e começaram a aderir à moda do batom vermelho.

O formato dos batons também passou por processos de modernização. Por volta do ano de 1915 que apareceu nos Estados Unidos um derivado do “baton serviteur”: um colorante labial em forma de um pequeno tubo metálico; Para aplicar o bom com a invenção de Maurice Levy, as mulheres tinham de deslizar uma alavanca pequena na parte lateral do tubo com a ponta dos seus dedos para deslocar o batom para cima para o topo da embalagem. A sua aceitação na América do Norte foi quase instantânea. Em 1921 a revista Vogue publicitava esse “tubinho” como um acessório de elegância que todas as mulheres de classe deveriam possuir. Em 1923, o primeiro tubo giratório foi patenteado por James Bruce Mason Jr. em Nashville, Tennessee. Como as mulheres começaram a usar batom para fotografias, a fotografia ajudou o batom a ser aceitável entre as mulheres. Elizabeth Arden e Estee Lauder começaram a vender batom em seus salões.

A fórmula sólida do batom só teve início na década de 1930. Mesmo assim a receita básica não sofreu mudanças radicais. Ela é, até hoje, uma dispersão de cores em uma base gordurosa, permitindo assim a fácil aplicação de uma camada uniforme.

Com a evolução da indústria cosmética, atualmente o batom não dá apenas cor, mas também protege a pele delicada dos lábios contra o frio, o vento e o sol.

ANOS 20     As mulheres passaram a poder desfrutar abertamente o batom. Os lábios pintavam-se em forma de coração e os cantos da boca, de forma delgada. Os tons escuros, como o vermelho-escuro mate, marcavam a tendência. Ditavam a Moda estrelas de cinema como Clara Bow e Theda Bara.
ANOS 30     O batom tornou-se mais natural e a tendência principal era de arredondar o lábio inferior. Uma forma feminina, mas com ar “artificial”. Os ícones eram atrizes famosas como Greta Garbo e Marlene Dietrich. O lápis para contorno dos lábios foi uma invenção desta época.
ANOS 40     Durante a II Guerra Mundial, houve uma campanha para animar as tropas, onde enfermeiras e voluntárias da Cruz Vermelha faziam uso. O lábio superior era pintado simetricamente, com duas curvas e tinha um ar elegante. A tendência principal era a cor de cinabre.
ANOS 50     Na moda, predominavam formas sedutoras e repletas de glamour. Na maquiagem, pintavam-se longitudinalmente os cantos da boca e o contorno dos lábios era suave e um pouco maior do que os próprios lábios. Marilyn Monroe e tom fúcsia eram unanimidades da época.
ANOS 60     Houve uma revolução nas cores dos batons, apareceu o cor-de-rosa muito claro e o bege tom de pérola. A modelo que dominou esta época, Twiggy, foi uma figura central da tendência da maquiagem. Pintavam-se os lábios de modo a ficarem com um ar sedutor.
ANOS 70     Na segunda metade dos anos 70, com as discotecas no seu auge, tons como o roxo e o preto chegaram aos batons, assim como o gloss que se usava em cima dos lábios pintados. A forma preferida eram lábios com muita espessura, todavia com o contorno dos lábios claramente visíveis.
ANOS 80     Aumentou a varidade de cores, usava-se o rosa, o castanho e o vermelho um pouco azulado. Na altura em que a expressão career woman (mulher de negócios) começou a fixar-se, o vermelho tornou-se moda pela sua forte impressão ao mesmo tempo que os batons em tons de pérola eram muito elogiados.
ANOS 90     Diversidade é a palavra para descrever esta década. Os ciclos tornavam-se mais curtos, tal como o batom vermelho-escuro e, entre outras, as cores de fundo bege para dar acabamento natural. Depois de entrarmos no século XXI, tudo passou a ser possível.

Hepatite C mata e é a maior causa de transplante de fígado no Brasil

O teste é o primeiro passo para a cura da Hepatite C, doença silenciosa e que pode ficar anos sem manifestar sintomas.
Rápido e gratuito, o teste está disponível na cidade de SP nos terminais rodoviários Tietê, Barra Funda e Jabaquara até sexta-feira, 31 de julho, das 8h às 17h.
 
O exame pode ser realizado ainda em unidades de saúde na cidade de SP e em todo o país, e é recomendado especialmente
para pessoas com mais de 40 anos e também às que tenham feito alguma cirurgia, transfusão de sangue, transplante ou uso
de seringas não descartáveis antes de 1993. O Ministério da Saúde considera primordialmente esta faixa etária porque nas
décadas de 80 e 90 havia mais uso de drogas injetáveis, transfusões de sangue e hemodiálise com menor controle e sexo
desprotegido. Nesse link você encontra a relação de postos de saúde (Brasil) onde é possível realizar o teste: http://migre.me/qXnph .
 
Além disso, São Paulo iniciou nessa semana um censo inédito que tem como objetivo definir o real número de pessoas com
hepatite C no Estado. No Brasil, estima-se que haja 3 milhões de infectados. Assim será possível ampliar políticas públicas para a
prevenção e o tratamento da doença.
 
Você é portador da Hepatite C? Então, preencha o cadastro online disponível no link www.saude.sp.gov.br e ajude a mapear a doença.

Anvisa registra novo medicamento antineoplásico

A Anvisa publicou nesta segunda-feira (27/7) o registro do medicamento novo Imbruvica® (ibrutinibe), um antineoplásico sob a forma de cápsula gelatinosa dura indicado para o tratamento de pacientes que apresentam Leucemia linfocítica crônica ou Linfoma linfocítico de pequenas células (LLC/LLPC) tratados com no mínimo um tratamento anterior. Trata-se de um medicamento novo, ou seja, de uma substância terapêutica que ainda não existia no país.

Esse novo produto deve melhorar a rotina dos paciente, pois possui a vantagem de ser de administrado por via oral, uma vez ao dia, diferente de outros tratamentos aprovados ou recomendados que devem ser administrados por via intravenosa. A ingestão oral é a via de administração que propicia uma maior comodidade ao paciente e maior adesão ao tratamento. Tem como vantagem também o fato de ser compatível com tratamento domiciliar, já que não requer a presença de um profissional para fazer a aplicação.

Diretores da Anvisa são designados para novas diretorias

A edição desta segunda-feira (27/7) do Diário Oficial da União (DOU) traz a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 31/2015 que designa o diretor responsável por cada diretoria, alterando a composição anterior da Diretoria Colegiada da Anvisa.

De acordo com a RDC 31/2015, o diretor-presidente, Jarbas Barbosa Júnior, assume a Diretoria de Gestão Institucional. A Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária fica sob gestão do diretor Ivo Bucaresky. A Diretoria de Controle e Monitoramento Sanitários está a cargo do diretor José Carlos Magalhães Moutinho. O diretor Renato de Alencar Porto ficará com a supervisão da Diretoria de Autorização e Registro Sanitários e também foi designado, interinamente, para a Diretoria de Regulação Sanitária.