Bioisosterismo Clássico e Não-Clássico no Planejamento de Fármacos (Edição Farmacêutica 2008)
Objetivo da Aula: Explorar a substituição de grupos atômicos que preservam ou aprimoram a afinidade pelo receptor biológico.
Fundamentos Teóricos & Bioquímicos
O bioisosterismo fundamenta-se na troca de átomos ou agrupamentos que possuem similaridade eletrônica, estérica ou propriedades físico-químicas equivalentes. No bioisosterismo clássico, substituem-se átomos monovalentes (como -F por -H, ou -OH por -NH2). No não-clássico, substitui-se o anel carboxílico por um anel tetrazol, garantindo acidez semelhante, porém com maior lipofilicidade e resistência à degradação metabólica.
Esquema Visual do Mecanismo
Aplicação na Prática Farmacêutica & Cuidado Clínico
Essa estratégia química transformou a losartana e outros antagonistas de receptores AT1 da angiotensina em anti-hipertensivos orais potentes, prolongando a meia-vida e reduzindo efeitos adversos.
Docência & Prática em Ciências Farmacêuticas · Aula ministrada em 03/01/2008 às 07:52
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